quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

DIZ QUE “AINDA” NÃO FALA…


Assim a modos que inocentemente, perante título tão enigmático, poderão perguntar-me e com toda a propriedade: Como pode dizer que “ainda” não fala, se “ainda” não fala?
Mas não é nada disso! É que o Silva falou dizendo que “ainda” vamos ter que esperar que ele fale! Disse ele: “Ainda vão ter que esperar algum tempo até que eu decida falar sobre a situação política nacional”!
Deu-se um autêntico terramoto nas redes sociais, um sobressalto até, assim como se uma múmia aparecesse a voar, pois se uma vaca pode porque não também uma múmia, digo eu, e só comentários eu vi noventa e três!
Mas, antes desses comentários eu aqui resumir, eu quero-vos dizer que lendo a frase de trás para a frente e da frente para trás, eu não descortinei nada de especial senão o “Ainda”! É que, para mim, é nesse indefinido, incerto e duvidoso advérbio de tempo que está a questão! É ele que me perturba, porque ele não quer dizer que “ainda” não está preparado, que não é o momento certo, não é um “tenham lá paciência” …Não, nada disso! Para ele, evidentemente, soa assim a uma ameaça, assim como quem diz: Têm pressa? Pois esperem! O que significa que, para ele novamente, as pessoas estão ansiosas por o ouvir, os jornalistas vão-se pôr em fila às portas do convento, eles mais a CMTV e as restantes TV,s. Quando falará, vai ser a pergunta que não se sabe que eternidade poderá durar…Eles esperam algo de revelador e bombástico, algo de novo e nunca visto…e vão esperar…
No entanto, como disse, as reacções nas redes sociais foram mais que muitas, eu há bocado já tinha contado noventa e três, mas são quase todas do mais decepcionante que pode haver: só mostram menosprezo e desconsideração. Algumas até com uma linguagem imprópria, assim como eu às vezes uso, mas só quando estou muito zangado! Pois vejam:
Uma série deles a dizerem  para não abrir a boca para o resto da vida, outros a dizerem que se estão não sei quê para as suas opiniões, que pode ficar calado para sempre (essa já disse), que calado era um poeta, outro diz que para ele também, corroborando o anterior só pode ser, outro ainda diz que se abre a boca sai asneira, um outro mais diz com um desplante mórbido que fale depois de morto, que tem rabos de palha, que calado, mais que um poeta, era um doutor, um outro propõe que a falar que fale depois do Natal para não nos estragar o mesmo, uma diz à anterior que vai pôr um cavaco na lareira, olhem se isso se diz, houve até um que colocou um anuncia da “Era” a dizer “Vende-se”, e eu achei piada como se alguém o comprasse e até o célebre “Porque non te callas”, mas este acrescentou para sempre, como se ele já tivesse falado!
Um outro ainda mandou-o emigrar, outro falar com as cagarras e este, o único que li com bom senso, que disse que há pessoas que deviam era perceber quando estão a mais e quando já ninguém se interessa pela sua opinião e, continuando com bom senso, aconselhou-o também a estar calado para não dizer asneiradas…
Eu só estou a transcrever o que li, atente-se, e acabo com uma frase da qual deveras gostei : Se lhe disserem que o silêncio é de oiro, ele vai pensar duas vezes antes de quebrar o silêncio…! Mas o primeiro dizia tão só: Dispenso…
Pois eu não, eu quero ouvi-lo! Melhor, não me importo de o ouvir. Melhor ainda, se quiser falar que fale mas que fale quando quiser, ora!
E isto porque constato que muitos não percebem nem nunca perceberam o cujo. De modo que eu pergunto: Afinal, para que fez ele aqueles roteiros todos e deixou aquela enormidade toda de “avisos”? Sim, para quê? É que ele não fez como o Passos Coelho que desatou à caça do diabo durante meses e não o encontrou. O Silva, não. O Silva passou a vida avisando que ele irá aparecer e só está à espera do momento em que ele apareça mesmo. E aí ele vai ganhar fôlego e dizer: Eu não avisei? Mas isso pode demorar meses, anos, séculos, quiçá eternidades, mas ele lá estará vigilante e, mesmo com a múmia já putrefacta, dela se elevará para dizer, nem que seja pela última vez: Eu não avisei? E todos diremos: Ámen…
Mas “ele” há gente para tudo e depois de ter lido esta notícia no Observador, ao contrário de mim que só a observei no Facebook, para que se conste, um amigo meu veio-me com uma teoria, que eu até achei perspicaz e por isso a bebi, que é a de que ele está à espera de um carro novo, de um topo de gama!
Eu só achei perspicaz depois porque antes perguntei-lhe. E? E o quê, diz ele, não te surge nada, assim uma cidade, uma cidade com praia, com um casino até…A Póvoa, perguntei eu? Qual Póvoa, pá, a Figueira, a Figueira da Foz! Ah, abri eu a boca de espanto perante tanta sagacidade! Ele quer candidatar-se à chefia do coiso? Será? E porque não, diz o meu amigo? É que aquilo parece um deserto, não se vê ninguém, não aparecem candidatos, nem sequer a Lisboa e Porto, todos têm medo, todos se temem, ninguém avança…E ele, quando chegar a viatura, vai ter que a rodar…Percebes, desafiou-me ele?
Diz que foi a Maria que exigiu, pois já nem à rua sai por falta de alfaiate…Percebes?
Fiquei sem fala…
(Joaquim Vassalo Abreu, 08/12/2016)

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

TU NÃO DESISTAS, PEDRO!

Nota introdutória: Eu sei que hoje houve uma entrevista da RTP ao Primeiro Ministro mas…não tendo sido mais que o esperado, e onde eu ressalvo a boa educação do Costa perante Passos, nada havendo de novo e de substancialmente não expectável eu, apesar dela, mantenho este texto já escrito. Até mesmo por ela…Aliás, o que dela ressaltou é que a Geringonça já era…agora é um TRICICLO!

É por demais evidente o “cerco” que te estão as fazer os teus, um cerco ignóbil em que tens sido vítima de autênticas facadas pelas costas e que eu aqui até já denunciei aquando da nomeação para a CGD de um dos teus: o Macedo. Alguns, em perfeito delírio, até sustentam que terá havido um acordo entre a Maçonaria e a Opus Dei, vê lá tu, só para te provocarem desilusão e te fazerem desistir…
Foi o Marcelo por causa do famigerado feriado, um dos que já cá canta! Foi o Santana a abdicar de enfrentar o Medina. Ele é o Rio que nunca se decide e é como aquele rio de S. Pedro de Moel,  a que o Zé Mário alude no “FMI” quando diz: “…desagua, porra”! E ontem foi a cereja no topo do bolo: o Mendinhos, esse tal que veio ocupar o lugar deixado em aberto pelo Marcelo, noutro canal, é certo, mas na mesma em sinal aberto. E com nítida vantagem porque…responder à Clara não é o mesmo que responder à Judite, convenhamos!
Eu não o costumo seguir, porque entre ele e o Futebol só se este for mesmo “rasca” mas, ontem, curioso de saber até onde vai o desplante dessa tua gente, esses todos que ainda há dois anos te incensavam, sorriam com os dentes todos e te davam pancadinhas nas costas, quis ver como este Mendinhos se iria portar. Uma desilusão, Pedro! O que ele não disse de ti, Pedro! No fundo corroborou todos os outros e só não te deu a estocada final porque, para bandarilheiro, não tem altura. Ele é mais peão de brega!
Eu vou-me poupar a enumerar todos os adjectivos com que te brindaram e quero, daqui e desde já, manifestar-te a minha inteira solidariedade. Estás admirado, como que dizendo: Tu? Sim Pedro, sim porque eu quero, eu desejo, eu imploro-te que fiques, que continues líder desse teu grande partido, desse grande partido que eles não se importam de fazer pequeno só para te desbancar…Têm o desplante de afirmar que não sabes fazer oposição quando, no meio daquilo tudo, ainda és o único que tem estratégia ( a forma como despachaste o Domingues, por exemplo), e eu quero-te dizer que ontem fiquei apalermado, uma maneira de dizer estupefacto, ou admirado, com a tua mudança radical de táctica. Ás vezes faz bem o intervalo…
Mas o que é que tu disseste assim de tão relevante que até parece que ninguém reparou e só apareceu naqueles rodapés que as televisões põem, como complemento às notícias mil vezes repetidas que vão dando e eu, que muitas vezes tenho a TV em silêncio e apenas por aí sigo as mesmas, pois mesmo que não tivesse observado uma, aquilo parece uma circunferência e, passados uns minutos, ela aparece outra vez e eu então li. E fiquei, vou dizer outra vez pois já expliquei o que é, apalermado com a tua capacidade, a tua acutilância e vontade de dar a volta o jogo!
Foi naquela convenção autárquica do teu partido, mais uma em que se saiu sem nomes se saber, mas onde tu disseste duas coisas, que eu já adjectivei e, por isso., não vou repetir: A primeira: “Portugal podia crescer mais…o Governo é que não quer”! Pimba, vai buscar, como dizia o nosso querido RAP! Ó Pedro, eu vou-te ser franco: eu já dei voltas à cabeça, voltas e voltas, já passei as mãos pela barba vezes sem conta, até já fiz um intervalo para respirar melhor e meter ar nos neurónios, mas…não atinjo!
Eu estava mesmo prestes a desistir quando, entretanto, se me fez luz e perguntei-me, como sempre fazemos: Porque não pensaste nisso antes? Isto afinal é como a história do ovo de Colombo, disse para comigo mesmo! “Portugal podia crescer mais…”, claro que podia. E, por isso, assalta-me agora, essa é a razão por que tu não foste àquelas comemorações do 1º de Dezembro: É que tu, consciente da pequenez deste nosso rectangulozinho aqui à beira do mar plantado, um pigmeu à beira de um gigante, a Espanha, chegaste à pergunta fatal: Crescer para onde? Tomar a Galiza! Eles querem ser independentes, mas com Portugal até que se uniam…Só posso dizer: brilhante! Mas o Governo não quer! Não quer a Galiza, então porque não a Estremadura, assim uma extensão das nossas Beiras e Alentejo? O Governo também não quer! Tomar ao menos Algeciras, Tuy, La Guardia, Badajoz, quiçá Salamanca…tudo isso nos dava já um “apport” de grandeza já justificável, mas…o Governo não quer!
Mas eu sei que tu não vais desistir e, depois dessa redundante afirmação que até, já confessei, conseguiu pôr os meus neurónios quase em curto circuito, tu fizeste ainda outra e esta, sim, da ordem do bombástico: “Nós queremos conquistar Lisboa e Porto”! Alargar para dentro, portanto…
Aqui eu acho que todos meteram a viola no saco e, muito embora muitos digam seres um D. Quixote sem Rocinante nem Sancho Pança, ficaram mudos perante tanto desassombramento. Quem é que ele pensará convidar para ganhar ao Medina em Lisboa e ao Moreira no Porto, perguntam-se todos?
Tu ainda não o disseste, mas eu, julgando depois de todo este meu tórrido raciocínio, alvitro o que, para ti, seja “Ganhar Lisboa e o Porto”: Não são as Câmaras coisíssima nenhuma, é ganhar à Cristas em Lisboa e no Porto a, a…a…não me surge agora o nome!
Continua Pedro, obriga o Costa a crescer pois ele só tem alargado! O Marcelo a alargar pois está escanzelado! O Santana a aparecer pois está muito isolado. E a todos os outros, os que na sombra te fazem figas, que “crecham e apareçam”. São todos uns bebés, que deveriam andar era no jardim escola, assim como aquele de Vila do Conde, que uma vez já aqui referi e se chama: “Creche e Aparece”.
É tudo Pedro, a gente quer que tu fiques e, por isso, da minha parte, a minha solidariedade!
E vai em frente, Pedro, nem que comeces por Verin, ali mesmo ao lado de Chaves…Não tem rio e eles dão-se bem…
(Joaquim Vassalo Abreu, 05/12/2016)

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Capão de Freamunde:

Está a decorrer desde hoje até ao dia treze do corrente mês em treze restaurantes que concorrem à confecção do melhor capão à Freamunde.

O Porto Canal associou-se à publicidade deste evento. Tem-no feito de uma maneira a que torne o capão à Freamunde conhecido em todo o País. Pena que quem ali vai representar este evento não se digne a publicitar que o capão é nado e criado em Freamunde e nada tem a ver com Paços de Ferreira.

Humberto Brito, Presidente da Câmara Municipal de Paços de Ferreira, fala mais em Paços de Ferreira do que em Freamunde sobre o capão. Diz: capão à moda de Freamunde. Senhor Humberto Brito o capão não é à moda de Freamunde! Ele é de Freamunde.
Talvez não saiba, mas devia saber, que ainda andava por "frança" e o capão de Freamunde era vendido e em mais proporções do que é hoje. Era uma feira concorrida que até de Espanha ocorriam às dezenas para comprar a saborosa ave.

Lembro-me de quando era miúdo, hoje já sou bastante graúdo, andar a acarretar capões para ganhar uns tostões para ajudar os meus pais que nesse tempo bem jeito fazia.

Nessa altura não se associava Paços de Ferreira a esse evento. Era só Freamundenses. Até chegaram a adiar a feira quinzenal que se realiza nos dias onze de cada mês para ver se conseguiam para si o evento.

Não sei o porquê da necessidade de trazer Paços de Ferreira à baila. Não seremos nós Freamundenses capazes de continuar uma feira/festa como antigamente? Quem duvidar do que digo que veja e ouça o Porto Canal para se certificar do que digo.

Custa-me pactuar com outra gente e terra o que é nosso e publicitar com mais referência do que se refere a Freamunde.

Nunca gostei de publicidade enganosa. Por isso aqui venho para se dar a César o que é de César.

Julgo que há muitos mais Freamundenses a comungar com a minha ideia.

Quem não se sente não é filho de boa gente.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Passos, mas não Seguro(s):

Vem este título a propósito da desimportância que Seguro e Passos Coelho deram a António Costa. Seguro julgava que tinha o PS na mão. Julgou mal.

E tanto que julgou mal que teve uma estrondosa derrota nas directas. Quando se julga que se tem o rei na barriga dá nestas coisas.

Os militantes e simpatizantes do PS estavam fartos do baixar das calças de Seguro a Passos Coelho. Faz-me lembrar a subserviência de Passos Coelho à chanceler alemã Ângela Merkel e Maria Luís Albuquerque a Wolfgang Schäuble, Ministro das Finanças Alemão.

Seguro era permeável. Tinha receio de enfrentar as circunstâncias que podiam advir. Por isso a sua derrota nas directas. Nunca acreditou que António Costa era melhor negociador do que ele.

O mesmo aconteceu a Passos Coelho. Aliás, este o que queria era levar Portugal para a era de Salazar. O seu lema era:

Casa Portuguesa «Numa casa portuguesa, fica bem pão e vinho sobre a mesa. E se à porta humildemente bate alguém, senta-se à mesa co ´a gente. Fica bem esta franqueza, fica bem que o povo nunca desmente. A alegria da pobreza está na grande riqueza de dar, e ficar contente.»

Era assim que Passos Coelho preconizava. Que aos pobres fossem atribuídas senhas de alimentação em lugar do subsídio de pobreza. Com este método queria ter os pobres nas suas mãos. Para depois dizer:

Cantiga da boa gente «Três palmos de terra, com uma casa à beira, e o Manel mais eu pela vida inteira! Ele e quatro filhos são tudo o que eu gosto, gente mais feliz não há neste mundo, aposto! Vamos pra o trabalho, logo ao clarear, e de sol a sol, vá de mourejar, tenho a vida cheia, tenho a vida boa, que Deus sempre ajuda a quem é boa pessoa!»

Só que mesmo ganhando as eleições nunca lhe passou pela cabeça que António Costa tinha um trunfo na mão. E que trunfo!

António Costa fez-lhe ver que o ter mais votos não era o suficiente para governar o País. É preciso ter uma base de apoio de deputados na Assembleia da República. Foi avisado várias vezes para apresentar um programa de governo credível. Nunca se convenceu disso. Confiava na confiança de Cavaco Silva. Andou-se quase um mês de Anás para Caifás. Cavaco Silva fez tudo por tudo para que Passos Coelho fosse o Primeiro-ministro. Outro que desvalorizava o poder de negociação e de acordos de António Costa.

Passado um ano vemos como é possível governar com acordos entre Bloco de Esquerda, Partido Comunista Português e Partido Ecologista os Verdes. E vê-se como as águas acalmaram nesse mar agitado que nos queria impor PSD e CDS. Hoje agitam-se e de que maneira com a fórmula como o PS leva a água ao seu moinho. Governar não é difícil quando a verdade está acima de tudo.

Para confirmar o que digo no parágrafo acima está a vontade do povo. Na sondagem da Universidade Católica, feita para a RTP, Antena 1, DN e JN está o descalabro do PSD. Não é de estranhar. Quem não faz uma oposição credível não pode esperar outro resultado. Sempre a dizer mal dos governantes e dos partidos que o apoiam não favorece o PSD e Passos Coelho. Os seus deputados na Assembleia da República portam-se com claques de futebol. Quanto pior melhor.

Assim tentam atirar areia para os olhos dos portugueses. Só que os portugueses estão fartos das charlatices de Passos Coelho. Tem um método de comunicar aos portugueses que não lhe dá nenhuma credibilidade. Só os seus seguidores mais directos é que lhe aturam tantas alarvidades. É como se diz: “Para falar ao vento bastam palavras, para falar ao coração são necessárias obras!» E… obras Passos Coelho não tem.

Por isso ao fazer um ano da tomada de posse do vigésimo primeiro governo constitucional e depois dos elogios de Marcelo Rebelo de Sousa, o catavento de Passos Coelho, sobre a governação do PS é caso para dizer a Passos Coelho como diz Mateus em 7:3:



«Por que reparas tu o cisco no olho de teu irmão, mas não percebes a viga que está no teu próprio olho?»

domingo, 6 de novembro de 2016

Olhe para o lado não olhe para mim:

Esta foi a frase que Mário Centeno, Ministro das Finanças brindou António Leitão Amaro, deputado do PSD na apresentação na Generalidade do Orçamento Geral do Estado para dois mil e dezassete. Ao lado de Leitão Amaro estava Maria Luís Albuquerque a quem serviu na perfeição como fato novo serve a esfarrapado.

É usual culparmos tudo e todos e não olharmos para o lado. Acontece com nós no dia-adia. Sempre nos consideramos os melhores do Mundo. Os nossos erros e defeitos votamo-los para o lado. Os outros é que têm culpa dos nossos insucessos. Hoje em dia é uma virtude dizer mal do alheio.

Leitão Amaro tem sido useiro e vezeiro neste tipo de afirmações. Parece que para ter sucesso convém ser incorrecto. Depois faz figura de parvo com os gestos faciais. Engole em seco as baboseiras ditas.
Senhor Leitão Amaro para bem do senhor e do PSD deixe de fazer essas tristes figuras. Já tem Luís Montenegro a desempenhar, e bem, esse papel.


Por isso não se admirem de cada vez mais estarem a afundar-se nas intenções de voto dos portugueses. Aqui sugiro: olhem para a política que estão a praticar. Não olhem para a dos outros. A vossa tem sido de mal a pior.      

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Os cemitérios voltaram a estar muito concorridos:

E os mortos que ali se encontram se pudessem falar ficavam obrigados a António Costa e Geringonça por voltarem a repor o seu dia. Porque retirar o que era deles foi fácil. O Governo da altura não sofreu contestação porque quem se encontrava nos cemitérios não podia reclamar.

Os vivos, os que se encontravam à superfície da terra, também pouca força fizeram. A Igreja Católica também não fez alarido. Devia ser esta a lutar por quem não tinha voz.

Hoje foi diferente. Foi um dia que a qualquer hora ali se encontrava um familiar, um amigo a visitá-los. Eu visitei uns poucos de amigos e os meus pais. Soube-me bem.

Por isso o meu agradecimento à Geringonça por voltar a dar o Dia-de-Todos-Santos como feriado. É que não sendo um dia em que se comemora a alegria ao menos comemorou-se a gratidão que devemos a quem ali se encontra.

Por isso voltar a ver os cemitérios de Freamunde bastantes concorridos. Quem ali jaz merece-o.

Não é um dia feriado que deita o País a perder.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

É com tristeza que vejo as mudanças de treinadores:

Não sou adepto delas. Mas compreendo que quando é preciso mudar algo deve ser o treinador. O mal é menor. Assim aconteceu neste dia com Carlos Brito. Não foi feliz nesta época de dois mil e dezasseis/dezassete.
Não ponho em dúvida o seu profissionalismo. Mas no futebol como em tudo é preciso ter sorte. E… isso foi o que faltou a Carlos Brito.
Conheço-o - não pessoalmente - mas no que me foi dado a conhecer quer de jogos que assisti enquanto jogador e depois como treinador acho-o uma pessoa séria. E a prova disso foi a maneira como se desvinculou do S. C. Freamunde.
Pôs sempre o interesse do S. C. Freamunde em primeiro lugar. Ao contrário de outros. Por isso desejo-lhes as maiores felicidades na sua vida particular e profissional.
O S. C. Freamunde é uma equipa pobre, mas rica no tratamento humano. Por isso apraz-me ser sócio de um clube assim e ter a sorte de sermos treinados por treinadores com um (T) grande.
Felicidades.